CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE SOROCABA

CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE SOROCABA

Com o tema “Saúde como Direito e Compromisso de Todos; Consolidação e Financiamento do Sus”, os 250 delegados eleitos na fase local, estiveram votando as propostas neste último dia 16 de junho na Universidade Paulista (UNIP), com objetivo de produzir o documento final para melhorar a situação da saúde em Sorocaba e definir as diretrizes de acordo com os princípios do Sus (Sistema Único de Saúde).

Nosso representante do Grupo Fé e Política, Antônio Ferraz, que acompanha este tema “a saúde” esteve presente, votando e dando sugestões. Observem as principais propostas aprovadas que foram apontadas pela nossa unidade UBS Maria do Carmo:

01- Revogar o Decreto que obrigam os Servidores Públicos Municipais de Sorocaba a compensação das horas não trabalhadas nos pontos facultativos.

02- Fortalecimento e continuidade dos programas de “Residências em Saúde”.

03- Construir uma UBS na área dos bairros: Iguatemi, Retiro São João, e Jardim Dois Corações.

04- Garantir que os serviços de Saúde sejam todos de gestão própria Municipal (não utilizando a terceirização).

05- Utilização de espaços públicos ociosos para promoção de Saúde Mental dos usuários.

06- Ampliação da equipe de apoio de Saúde Mental da atenção básica (uma equipe por unidade).

07- Adequação do número de médicos conforme a portaria da atenção básica, sendo 40 horas de médicos para cada 3.500 habitantes.

08- Aumentar o número de leitos de internação e vagas de terapia renal substitutiva no município.

 

O conselho e as entidades independentes de saúde, Fórum Popular de Saúde, União Sorocabana de Líderes de Movimentos das Pessoas com deficiência (PCD), imitiram um documento, porque são contra a “Terceirização”

“Exemplos recentes mostram o equívoco das terceirizações”

– A prefeitura de Sorocaba anuncia a intenção de terceirizar as UPHS Norte e Oeste, Policlínica e Samu.

– Na terceirização CIES Global (que atua em uma tenda no bairro São Guilherme) foi comprovada a cobrança por diversos exames e procedimentos não realizados. Essa falcatrua precisa ser devidamente apurada.

– Outro exemplo é a operação Prato Feito, da Polícia Federal, que revelou um esquema criminoso de quadrilhas que superfaturavam merenda e disputavam recursos da Prefeitura através das terceirizações.

– Vale lembrar que todas terceirizadas que atuaram na prefeitura e deram calote nos seus funcionários, deixaram o prejuízo para os cofres públicos.

– Essa situação demonstra que essa lógica limita a transparência e a fiscalização do uso do dinheiro público.

Obs.: A Prefeitura anunciou nesta semana que a Terceirização das HPHs vai elevar as despesas anuais em até 67%, ou seja de R$41,5 milhões para R$69,4 milhões. Como explicar o inexplicável?

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